E há de ser que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo. Joel 2:32 (ARC)
Você já se sentiu inadequado? Indigno? A maioria de nós nos sentimos assim de vez em quando. E todos conhecemos pessoas que achamos serem bem-sucedidas que têm o mesmo sentimento. Martinho Lutero, um pregador alemão do século XVI é um estudioso da Bíblia que iniciou a Reforma Protestante, parecia ser um homem seguro de si. Qualquer homem que ousasse questionar publicamente a teologia de sua igreja - numa época em que isto custaria sua vida - não poderia ser um homem que duvidasse de si. Ou poderia? Na verdade, Lutero passou anos obcecado pela sua aparente insignificância. Ele jejuava periodicamente e flagelava seu corpo numa tentativa de "conquistar" o favor de Deus. Numa peregrinação a Roma, ele subiu os Degraus de Pilatos de joelhos, beijando cada degrau. Ele escreveu mais tarde que naqueles anos estava constantemente confessando seus pecados a Deus, contudo nunca sentia que havia feito o suficiente. Certo dia, ao ler o livro de Romanos, Lutero percebeu que não conseguiria conquistar sua salvação. A Bíblia diz que recebemos a salvação; não podemos conquistá- la. (Veja Rm.4:13-14). Aqueles versículos o libertaram, mudando radicalmente sua opinião de que eram suas obras que o tornavam digno da graça de Deus. Ele reconheceu que Jesus Cristo já havia "conquistado" tudo o que era necessário para sua salvação. Ele precisava simplesmente receber o que Jesus havia feito - que Ele havia pago o preço pelo seu pecado na cruz - com fé. Nos dias em que caímos de cara, fracassados, no chão ou nos sentimos para baixo, precisamos lembrar que nossos erros não são o fim do mundo. Nossas imperfeições não são a nossa condenação. Nossa salvação não depende de quão bem consigamos fazer as coisas! A perfeição pode ser nosso alvo, mas, quando percebemos que não chegamos lá, precisamos relaxar e voltar para Deus dizendo: "Perdoa-me pelo que fiz e pelo que deixei de fazer. Eu confio no Senhor como meu Salvador, meu Libertador, minha Esperança e minha Perfeição." Ele é e sempre será!
(Devocional tirado do livreto - "Café da manhã com Deus")
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